quinta-feira, 26 de abril de 2018

Documentário “O Processo” abre programa de longas da Mostra Pajeú de Cinema

Documentário ‘O Processo’ será exibido pela primeira vez em Pernambuco (Foto: Divulgação)

A Mostra Pajeú de Cinema anunciou nesta quarta-feira (25), os filmes selecionados para a sua quarta edição. No total, 63 filmes brasileiros serão exibidos em doze dias de programação. Destes, quatro fazem estreia nacional e 13 serão exibidos pela primeira vez no estado. A MPC também atualiza sua identidade visual, a cargo da artista Simone Mendes, e que tem como elemento central o Rio Pajeú, que como uma tela de cinema, reflete a luz que vem do céu. Incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e organizado pela Pajeú Filmes, a 4ª MPC será realizada de 15 a 26 de maio em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Ingazeira, no Sertão de Pernambuco.

A seleção de curtas formam um panorama da recente produção nacional, trazendo para o sertão 54 filmes de todas as regiões do país. São filmes de diferentes estilos, técnicas e gêneros, alguns inéditos ou pouco vistos e outros que circularam nos principais festivais do Brasil e do mundo, como o pernambucano Terremoto Santo e o mineiro A retirada para um coração bruto, exibidos no último Festival de Berlim, além de Fantasia de índio, parcialmente rodado no sertão e recentemente exibido no Festival de Tiradentes.

4ª Mostra Pajeú de Cinema  movimenta o Sertão do Estado (Foto: Divulgação)


Abre o programa de longas O processo (RJ), novo documentário de Maria Augusta Ramos sobre os eventos que levaram à destituição de Dilma Rousseff da Presidência da República. O processo estreou em sessões lotadas no último Festival de Berlim e acaba de ser eleito o melhor filme do festival Visions du Réel (Suíça), um dos mais importantes do mundo. Outros documentários são os pernambucanos Prelúdio da fúria, que apresenta o trabalho de artistas com obras marcadas pela inflexão política; Em nome da América, que investiga a presença americana no nordeste durante os eventos que precederam o golpe militar de 1964; e o inédito Parquelândia, que olha para as condições de trabalho em parques de diversão em localidades do sertão. Completam a seleção a ficção paraibana Rebento (com Zezita Matos e Fernando Teixeira, recém-lançada em janeiro, no Festival de Tiradentes) e Arábia (MG), um dos melhores, mais premiados e esperados filmes da temporada.


Em Nome da América, de Fernando Weller, também integra a mostra de longas (Foto: Divulgação)



Curadoria 

A escolha dos longas e curtas a serem exibidos em Afogados da Ingazeira foi realizada pelo pesquisador e crítico André Dib, enquanto os curtas que serão vistos em Iguaracy e Ingazeira foram selecionados pelos diretores da MPC, Bruna Tavares e William Tenório (Iguaracy e Ingazeira). Além de programas especiais para as cidades que a partir de 2018 integram a mostra, outra novidade é a Sessão Acessível, dedicada ao público portador de necessidades especiais (cegos e surdos ou ensurdecidos), que poderá assistir curtas-metragens com recursos de Libras, audiodescrição e LSE.

Oficinas 

Este ano a MPC oferece três oficinas gratuitas, todas com inscrições abertas: crítica de cinema com Heitor Augusto (SP), Documentando com Marlom Meirelles (PE) e formação cineclubista com Yanara Galvão (PE). Informações no site www.mostrapajeudecinema.com.br

Sobre a MPC

A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio do Movimento #CineRuaPE, Rádio Pajeú AM, Gerência Regional de Educação – Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.

4ª Mostra Pajeú de Cinema – FILMES SELECIONADOS

* inédito no Brasil
** inédito em Pernambuco

AFOGADOS DA INGAZEIRA

Mostra de Longas

Arábia (MG, 2017, 97’), de Affonso Uchôa e João Dumans
Em nome da América (PE, 2017, 95’), de Fernando Weller
O Processo (RJ, 2018, 119’), de Maria Augusta Ramos**
Parquelândia (PE, 2018, 75’), de Cecília da Fonte*
PEsado (PE, 2017, 100’), de Leo Crivellare e Wilfred Gadelha
Prelúdio da fúria (PE, 2017, 60’), de Gilvan Barreto
Rebento (PB, 2018, 97’), de André Morais**

Mostra de Curtas

A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César
A retirada para um coração bruto (MG, 2017, 14’35’’), de Marco Antônio Pereira
Eu o declaro meu inimigo (PE, 2017, 2’18’’), de Marcos Buccini e Tiago Delácio
Fantasia de índio (PE, 2017, 20’), de Manuela Andrade
Festejo muito pessoal (SP, 2017, 8’30’’), de Carlos Adriano**
Inri Cristo (SC, 2018, 25’), de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting*
Mamata (BA, 2017, 30’), de Marcus Curvelo
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins
Não tema (PB, 2018, 10’), de Odécio Antonio**
O conto do burro amarelo (MG, 2017, 30’), de Daiana Mendes**
Peito vazio (PE, 2017, 17’), de Leon Sampaio e Yuri Lins**
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jéssica Queiroz
Sem Título #3: E para que Poetas em Tempo de Pobreza? (SP, 2016, 13’35’’), de Carlos Adriano**
Superpina (PE, 2017, 25’), de Jean Santos
Terremoto Santo (PE, 2​​017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca
Torre (SP, 2017, 18’40’’), de Nádia Mangolini
Vento frio (PE, 2018, 16’30’’), de Taciano Valério*

Sessão Matinê

A bailarina (RS, 2017, 3’), de Lucas Argenta
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina (PA, 2017, 7’36’’), de Tiago Ribeiro
A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César
As aventuras do menino pontilhado (PE, 2016, 14’), de Leo Tabosa
BUG (PE, 2017, 2’07’’), de Gleyse Alcântara e Bruna Tabosa
Caminho dos gigantes (SP, 2016, 11’52’’), de Alois di Leo
Cor de pele (PE, 2018, 15’30’’), de Lívia Perini
Nana & Nilo e o Tempo Brincar (RJ, 2016, 14’), de Sandro Lopes
O anão que virou gigante (RJ, 2008, 9’28’’), de Marcelo Marão
O consertador de coisas miúdas (PE, 2017, 10’35’’), de Marcos Buccini

Sessão Acessível

Au revoir (PE, 2013, 20’), de Milena Times
Havia cinzas dentro de mim (GO, 2017, 20’), de Daniel Calil**
João Heleno dos Brito (PE, 2016, 20’), de Neco Tabosa
Nº 27 (PE, 2008, 20’), de Marcelo Lordello
Sexta série (PE, 2013,18’), de Cecília da Fonte

IGUARACY – Mostra de Curtas

Black out (PE, 2016, 13’), de Adalmir José da SIlva, Felipe Peres Calheiros, Francisco Mendes, Jocicleide Valdeci de Oliveira, Jocilene Valdeci de Oliveira, Martinho Mendes, Paulo Sano, Sérgio Santos
Cancha – antigamente era mais moderno (PB, 2013, 13’), de Luciano Mariz
Candeias (CE, 2017, 19’), de Ythallo Rodrigues e Reginaldo Farias**
Casca de baobá (RJ, 2017, 12’), de Mariana Luiza
CorpoStyleDanceMachine (AL, 2017, 7’), de Ulisses Arthur**
Deusa (SP, 2016, 18’), de Bruna Callegari**
Furna dos negros (AL, 2017, 30’), de Wladimir Lima**
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jessica Queiroz
Praça de guerra (PB, 2015, 19’), de Edmilson Junior
Terremoto santo (PE, 2017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca
Você conhece Derréis? (PB, 2017, 11’), de Veruza Guedes
Sem folhas não tem Orixás (BA, 2016, 10’), Natalia Favre e Fernanda Saenz

INGAZEIRA – Mostra de Curtas

A onda traz, o vento leva (PE, 2012, 25’), de Gabriel Mascaro
Cabelo Bom (RJ, 2017, 15’), de Swahili Vidal
Close (CE, 2016, 20’), de Rosane Gurgel
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini
De profundis (PE, 2014, 21’), de Isabela Cribari
Do corpo da terra (RJ, 2017, 24’), de Julia Mariano**
Dos antigos aos filhos do amanhã (RJ, 2018, 30’), de Leonardo A. Gelio**
Entremarés (PE, 2018, 20’), de Anna Andrade*
Nanã (PE, 2017, 25’), de Rafael Amorim
Simbiose (PE, 2017, 19’), de Julia Morim

Fonte: http://www.cultura.pe.gov.br


Escândalo pode deixar 2018 sem Nobel de Literatura



A Academia Sueca, responsável pelo Nobel de Literatura, afirmou nesta quarta-feira (25) que existe o risco de o prêmio não ser entregue em 2018 por causa dos escândalos envolvendo a entidade.

Em entrevista a uma rádio da Suécia, o secretário permanente da Academia, Anders Olsson, disse que a instituição está no meio de uma "discussão" sobre a questão, porém sem dar mais detalhes. Ele acrescentou somente que novos esclarecimentos serão dados "em breve".

Atualmente, apenas 12 dos 18 assentos do conselho da Academia Sueca continuam ocupados, após uma série de renúncias em meio a um escândalo que abalou a imagem da entidade.

As divisões no interior da instituição foram evidenciadas após três membros terem entregado seus cargos por conta da não expulsão de Katarina Frostenson, acusada de revelar ao marido, o fotógrafo Jean-Claude Arnault, os nomes de ganhadores do Nobel de Literatura, violando a regra de confidencialidade.

Ela também é suspeita de corrupção por ser sócia do clube literário do esposo, que recebia apoio financeiro da Academia. Além disso, 18 mulheres disseram ter sido assediadas por Arnault, inclusive em apartamentos cedidos pela entidade - uma das vítimas relatou até ter sido estuprada.

Se o Nobel de Literatura não for entregue em 2018, haverá dois vencedores em 2019.

Fonte: Jornal do Brasil

Estréia hoje nos cinemas, Vingadores: Guerra Infinita



Estréia hoje nos cinemas de todo o Brasil, o filme Vingadores: Guerra Infinita. O filme é o terceiro da equipe de super-heróis da Marvel. Dirigido pelos irmão Anthony e Joe Russo, responsáveis por "Capitão América: Guerra Civil", o filme colocará os heróis contra o vilão Thanos (Josh Brolin), que busca destruir o universo com a ajuda das Joias do Infinito.


O maior encontro de heróis da editora em um só filme consegue superar porrada e explosões para contar uma boa história. O time de heróis conta com a Feiticeira Escarlate, Hulk, Visão, Gavião Arqueiro, Viúva Negra, Máquina de Guerra, Falcão, Doutor Estranho, do Homem-Aranha, Bucky Barnes, do Pantera Negra, Loki e dos Guardiões da Galáxia.

Com uma superprodução de US$ 300 milhões, Vingadores: Guerra Infinita é o maior épico cinematográfico desde “O Senhor dos Anéis”. O elenco conta com nomes como Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Mark Ruffalo, Chris Evans, Chadwick Boseman, Zoe Saldana, Chris Pratt e Benedict Cumberbatch.



Da Redação


quarta-feira, 25 de abril de 2018

Museu Digital de Campina Grande realiza sessões gratuitas de cinema

 (Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)

O Museu Digital de Campina Grande realizará sessões gratuitas de cinema a partir de sexta-feira (27). A estreia será com a exibição dos curtas Ato Institucional (ficção) e Depois da Curva (ficção), ambos do cineasta campinense Helton Paulino.

As sessões quinzenais devem acontecer nas últimas segundas e sextas-feiras de cada mês, a partir das 19h, e serão limitadas a um público de até 25 pessoas. A proposta do SESI é democratizar o acesso da população à sétima arte e estimular o debate sobre a produção cinematográfica estadual.

Após as exibições dos curtas-metragens, os espectadores poderão debater sobre os filmes. A iniciativa tem como objetivo promover e divulgar o cinema paraibano e colaborar com a formação de um pensamento crítico mais elaborado do público.

As sessões serão abertas a todos os públicos e faixas etárias, com exceção das produções em que a censura não seja livre. Os interessados devem se inscrever antecipadamente no museu, localizado na rua Sebastião Donato, às margens do Açude Velho, no Centro da cidade, ou entrar em contato através do telefone (83) 3099-0482.

Fonte: www.g1.globo.com

STJ nega pedido de João Gilberto em disputa com a gravadora EMI



Os cinco ministros que compõem a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram um pedido feito pela defesa do cantor e compositor João Gilberto para que fosse realizada uma nova perícia no processo que o músico move contra a EMI. A Corte determinou ainda a imposição de multa ao músico. O valor, no entanto, ainda não foi calculado.

O cantor cobra R$ 172.753.102,47 da gravadora por violação de direitos autorais no período de 1964 a 2014 e por danos morais pela utilização indevida de uma música na propaganda da rede O Boticário. A EMI Records apresentou cálculos do valor que entendia devido e efetuou o pagamento de R$ 1.514.076,57 em maio de 2013. A defesa, no entanto, recorreu.

Trata-se do terceiro recurso que a defesa apresentou no processo. Em 2015, o próprio STJ impediu a gravadora de comercializar os discos do músico.

O embate entre o músico e a gravadora começou no lançamento do álbum O Mito, que incluía material de seus discos fundamentais Chega de saudade (1959), O amor, o sorriso e a flor (1960) e João Gilberto (1961), mais as canções de Orfeu da Conceição. João alegava que a obra havia sido deturpada pela companhia. À Justiça, o produtor Marco Mazzola pediu uma perícia, que verificou o bom estado das gravações. A EMI recorreu.

Fonte: Jornal do Brasil

terça-feira, 24 de abril de 2018

Veja a programação do Cine Bangüê, que vai até o dia 02/05



O Cine Bangüê começou no dia 19 de março a sua programação, com a apresentação de quatro filmes: ACOSSADO de Jean-Luc Godard; ARÁBIA de Affonso Uchôa e João Dumans; DEIXE A LUZ DO SOL ENTRAR de Claire Denis; TORQUATO NETO, TODAS AS HORAS DO FIM de Eduardo Ades e Marcus Fernando.

O preço da entrada é de R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia, com sessões à partir das 16 horas nos sábados e domingos, às 18:30 horas nas segundas e terças e à partir das 17:30 horas nas quartas-feiras. 

Veja abaixo a Sinopse dos filmes:

ACOSSADO

França | 1960 | 1h30 | Drama/Policial | Zeta Filmes
Direção: Jean-Luc Godard
Elenco: Jean-Paul Belmondo, Jean Seberg, Daniel Boulanger
Classificação indicativa: 14 anos
Formato de exibição: DCP
SINOPSE: Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) é um criminoso, obcecado por Humphrey Bogart, que rouba um carro, mata um policial e vai para Paris, onde conhece Patricia Franchini (Jean Seberg), uma linda garota americana que vende jornais na Champs-Élysées. Poiccard tenta persuadi-la a fugir com ele para a Itália, sem lhe contar que é um foragido da justiça.


ARÁBIA

Brasil | 2017 | 1h36 | Drama | Pique-Bandeira Filmes
Direção: Affonso Uchôa e João Dumans
Elenco: Aristides de Sousa, Murilo Caliari, Glaucia Vandeveld e Renata Cabral
Classificação indicativa: 16 anos
Formato de exibição: DCP
SINOPSE: Ao encontrar o diário de um trabalhador, numa vila operária em Ouro Preto, o jovem André entra em contato com a comovente trajetória de vida de Cristiano, em meio às mudanças sociais e políticas do Brasil nos últimos dez anos.
* Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Montagem, Melhor Trilha e Prêmio da Crítica no 50o Festival de Brasília; selecionado para mais de 60 festivais e premiado em 14 festivais internacionais.


DEIXE A LUZ DO SOL ENTRAR

França | 2017 | 1h34 | Drama | Imovision
Direção: Claire Denis
Elenco: Juliette Binoche, Xavier Beau vois, Valeria Bruni-Tedeschi, Gérard Depardieu
Classificação indicativa: 14 anos
Formato de exibição: DCP
SINOPSE: Isabelle é uma mãe divorciada, artista plástica de sucesso e mora Paris. Apesar de viver na cidade do amor, ela não tem muita sorte em seus relacionamentos, mas nunca desistiu de encontrar o parceiro ideal. Ela está em busca de um novo amor, mas um que seja verdadeiro.


TORQUATO NETO: TODAS AS HORAS DO FIM

Brasil | 2018 | 1h28min | Documentário | Vitrine Filmes
Diretor: Eduardo Ades, Marcus Fernando
Elenco: Torquato Neto, Caetano Veloso, Gilberto Gil
Classificação indicativa: 12 anos
Formato de exibição: DCP
SINOPSE: Torquato Neto (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 60 e 70. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da Tropicália, parceiro de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, com Waly Salomão, Ivan Cardoso e Hélio Oiticica. Por fim, rompe com sua própria vida. Suicida-se no dia de seu aniversário de 28 anos.

Racismo e paranoia marcam "Praça Paris", novo filme de Lúcia Murat

(Foto: Internet)


A paranoia social e o racismo são o tema principal de “Praça Paris”, thriller psicológico dirigido por Lúcia Murat que chega aos cinemas nesta quinta-feira (26). Coescrito com o jovem autor de romances policiais Raphael Montes, o filme descreve o vínculo que nasce entre duas mulheres. Uma é Glória (Grace Passô, prêmio de melhor atriz no Festival do Rio de 2017), moradora do Morro da Providência que trabalha como ascensorista numa universidade pública. A outra é Camila (Joana de Verona), psicanalista portuguesa integrante de um programa comunitário na mesma instituição.

A relação entre elas avança à medida que as sessões de terapia evoluem e expõem o fosso social entre as duas, em trama emoldurada pelas transformações físicas do Rio de Janeiro. O filme marca a primeira experiência com o cinema de gênero da diretora de “Que bom te ver viva” (1989), “Doces poderes” (1996) e “Quase dois irmãos” (2004), entre outros títulos de fundo sociopolítico, muitos deles inspirados pelo contato pessoal da realizadora com a tortura e a perseguição a presos políticos durante a ditadura militar.

— O filme conta como o medo do outro leva uma pessoa com as melhores intenções a se transformar em alguém racista e perverso — resume Lucia, prêmio de direção no mesmo Festival do Rio.

Veja o trailer do filme:

Célio Roberto: o pernambucano e seu talento nato em retratar figuras conhecidas com métodos tradicionais de manejo com barro.


(FOTO: Autoria desconhecida)

Célio Roberto nasceu na cidade de Pedra, Pernambuco, mas hoje mora no povoado de Guanumbi, município de Buíque-PE, a 290 km da capital Recife. Célio se descobriu artista aproveitando os restos de barro de uma olaria fundada por seu pai quando ele ainda tinha oito anos de idade. O que começou como uma simples brincadeira, acabou revelando o talento que possibilitou transformar essa brincadeira em ofício. Esse talento foi revelado, sobretudo, através da capacidade que tinha Célio de fazer caricaturas de moradores da região. A caricatura de um senhor chamado “Zé de Lixandre” foi a primeira delas; foi a peça que abriu caminho para tantas outras que viriam a posteriori. Hoje, depois de ter aperfeiçoado suas habilidades com o barro, impressiona a todos pelo seu perfeccionismo nas feições e no detalhe característico de cada uma das pessoas que retrata. Tornou-se um retratista do barro.



Célio divide seu tempo entre a criação de gado e a sua arte. É fiel aos métodos tradicionais de manejo com barro; sem qualquer mecanização, apenas a enxada, as mãos e umas poucas ferramentas improvisadas. Ele próprio é o responsável pela extração e pelo preparo do barro dentro de uma pequena propriedade rural que possui. Com o talento nato e o aperfeiçoamento de suas habilidades ao longo dos anos vem retratando figuras conhecidas do mundo da arte, da política e algumas personalidades, como Dominguinhos, Patativa do Assaré, Luiz Gonzaga, Lampião, Ariano Suassuna e o presidente Lula, que recebeu uma imagem sua quando visitou a cidade de Buíque.

(FOTO: Tiago Henrique Silva)

FOTO: Tiago Henrique Silva

FOTO: Tiago Henrique Silva

FOTO: Tiago Henrique Silva


Hoje, com o reconhecimento pela sua arte e após algumas edições da FENEARTE (Olinda-PE), segue com seu trabalho, confeccionando lindas obras de arte, onde algumas podem ser vistas em seu atelier, no povoado de Guanambi, Buíque-PE.


FOTO: Tiago Henrique Silva



Contato
  
Célio Roberto

Fone: 87 99826 0106 / 99931 3634
Email: celioroberto.art@hotmail.com



Fonte: http://artepopularbrasil.blogspot.com.br/