sexta-feira, 30 de março de 2018

Em abril, projeto Música do Mundo traz o pernambucano Maciel Salú

Herdeiro da umas das famílias mais expressivas na cultura popular – a Família Salustiano – o rabequeiro Maciel Salú (PE) é o convidado da edição de abril do projeto Música do Mundo. Cantor, compositor, brincante e mestre do Maracatu Piaba de Ouro (Olinda, PE), ele se apresenta em João Pessoa na sexta-feira (13), às 21h, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira do Espaço Cultural José Lins do Rego. A entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
Maciel Salú cresceu em contato com o cavalo-marinho, as sambadas de maracatu, a ciranda, o forró, o coco, entre outros brinquedos. Iniciou a carreira artística, ao lado de familiares, integrando grupos de folguedos populares. E foi com toda essa musicalidade, carregada dos símbolos, sons e sotaques do Brasil, que foi convidado a representar junto com a Orchestra Santa Massa a sonoridade da cultura brasileira na Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas Rio 2016.
Acompanhado de sua rabeca, em pleno Estádio do Maracanã, o músico e a Orchestra Santa Massa se apresentaram para um público presente estimado em 70 mil pessoas e com expectativa de mais de 3 bilhões de telespectadores em todo mundo. O repertório incluiu uma canção de autoria de Maciel Salú composta especialmente para ocasião.
Foi graças à desenvoltura com a Rabeca que na década de 1990, no auge do manguebeat, Maciel Salú foi convidado a integrar a banda Chão e Chinelo. Foi nessa época que ele começou a cantar, compor e experimentar a fusão entre o popular e o contemporâneo. Essas experimentações ganharam ainda mais força a partir de 2002, quando reuniu seu vasto repertório popular e adentrou no mundo da música eletrônica junto ao DJ Dolores, Fábio Trummer, Jam da Silva e Isaar, formando a banda DJ Dolores & Orchestra Santa Massa. Com o grupo ganhou o reconhecimento da crítica através de um BBC Awards, um Prêmio Tim (melhor álbum) e o Prêmio Multicultural Estadão.
Em 2003, o músico iniciou carreira solo. Foi quando passou a apresentar ao público sua singularidade. Marcadas por arranjos cheios de criatividade, as composições de Maciel Salú acompanham seu amadurecimento. A cada nova obra apresenta um verdadeiro conjunto harmônico que leva ao palco toda a plasticidade e timbre de um dos nomes mais presentes no cancioneiro pernambucano da atualidade.
Com o seu trabalho autoral participou do Europalia.Brasil (2010), Projeto Pixinguinha (2007), Ano do Brasil na França (2005) e fez importantes parcerias com músicos e artistas, dentre eles Chico César, Jorge Du Peixe (Nação Zumbi), Siba, Jam da Silva, Isaar, Carmélia Alves e Luiz Paixão.
Atualmente, além do trabalho solo e a Orchestra Santa Massa, Maciel Salú integra a Orquestra Contemporânea de Olinda, uma das bandas pernambucanas que, desde 2008, mais circula pelo país. Bastante elogiada pela crítica musical, a Orquestra já foi indicada a importantes prêmios, entre eles o Prêmio da Música Brasileira (2009) e ao Grammy Latino (2010), onde concorreu na categoria Melhor Álbum de Música Regional Brasileira.
Com 20 anos de carreira em palcos, Maciel Salú já participou de diversas coletâneas nacionais e internacionais e projetos de outros grupos e artistas.
Música do Mundo – O projeto é uma ação promovida pela Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) que tem como objetivo a valorização dos artistas e da música contemporânea. A cada edição, artistas brasileiros e de outros países ocupam o palco da Sala de Concertos. O lançamento aconteceu em agosto de 2015. Uma das características do projeto é o preço popular do ingresso, de forma a permitir ao público acesso às atrações de qualidade internacional. 
Serviço
Música do Mundo apresenta: Maciel Salú (PE)
Data: 13/04, às 21h
Local: Sala de Concertos Maestro José Siqueira
R$ 10 e R$ 5
Informações: 3211-6228

Fonte: http://paraiba.pb.gov.br/cultura/

quinta-feira, 29 de março de 2018

Funesc oferece cursos gratuitos de arte circense para alunos da rede pública


A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) está com inscrições abertas para cursos gratuitos de artes circenses oferecidos na Escola Livre de Circo Djalma Buranhêm. As oportunidades são para alunos da rede pública de ensino. As novas turmas regulares são para estudantes na faixa etária de 14 a 20 anos. Os interessados podem se inscrever junto à Diretoria de Desenvolvimento Artístico e Cultural (DDAC).
A turma terá a duração de dois meses e as aulas da temporada 2018 têm início previsto para 17 de abril. Ao se matricular o aluno deverá apresentar uma declaração da escola pública informando que está oficialmente matriculado. Estudantes menores de idade devem fazer a inscrição acompanhados por um responsável.
O programa dos cursos de circo inclui técnicas circenses de aéreo, solo e palhaço. Todos os cursos terão um resultado como culminância do aprendizado. E só receberá o certificado de conclusão do curso, o aluno que frequentar até 70% das aulas. As aulas serão ministradas por Daniel Nóbrega e Dadá Venceslau.
As matrículas devem ser feitas presencialmente junto à Diretoria de Desenvolvimento Artístico e Cultural (DDAC), do Espaço Cultural José Lins do Rego, em Tambauzinho, das 9h às 12h e das 13h às 16h, de segunda a sexta-feira. Mais informações pelo telefone 3211-6225.
Escola Livre de Circo Djalma Buranhêm – Inaugurada dia 19 de março de 2016, tem o intuito de formar não apenas para o picadeiro; mas também para a atuação profissional nos mais diferentes setores e segmentos culturais, diversificando as necessidades e demandas que a escola precisa atender.
Faz parte do projeto político pedagógico da Escola Livre de Circo formar cidadãos na perspectiva de contribuir na ampliação de sua visão cultural, que lhes permitam empregar livre e conscientemente seu senso crítico e sua criatividade em relação aos mais diversos campos da produção cultural e suas transformações.
Serviço:
Inscrições: Até 17/04
Início das aulas: 17/04 até 14 de junho
Local de Inscrição: Diretoria de Desenvolvimento Artístico e Cultural (DDAC), do Espaço Cultural José Lins do Rego, em Tambauzinho, das 9h às 12h e das 13h às 16h, de segunda a sexta-feira.
Informações: 3211-6225.
Turmas: Técnicas Circenses – 14 a 20 anos – 15h às 17h – Terça e Quintas
Acesso: Gratuito
Fonte: http://paraiba.pb.gov.br/cultura/

Orquestras sinfônicas da Paraíba definem programação de concertos para a temporada 2018

A programação de concertos da temporada 2018 das duas orquestras sinfônicas paraibanas foi definida pelo Conselho Artístico da OSPB. As atividades deste ano da Orquestra Sinfônica da Paraíba foram iniciadas com participação especial, junto ao Coro Sinfônico da Paraíba, no recital “Música e Poesia da Capitania de Wanmar”, de Geraldo Vandré e Beatriz Malnic, nos dias 22 e 23 de março, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural, em João Pessoa, mas a abertura oficial da temporada está marcada para o dia 12 de abril. Antes, no dia 5, a Orquestra Jovem abre oficialmente as atividades do ano.
De acordo com o maestro titular Luiz Carlos Durier, a programação é rica e diversificada, aproveitando os valores da OSPB, pois os solistas são, em sua maioria, da própria orquestra. “Este ano as orquestras terão um maior alcance nos bairros e no interior do Estado. A cada ano estamos cumprindo o nosso papel social e artístico com alcance maior, indo à população de fato”, observou o maestro.
Na opinião da presidente da Fundação espaço Cultural da Paraíba, Nézia Gomes, este ano, a temporada da OSPB será inesquecível e especial. “Primeiro pelo trabalho que o maestro Durier já vem fazendo e surpreendendo o público fiel dos concertos, mas também pelo projeto Orquestra nos Bairros, que percorrerá alguns lugares de João Pessoas e sairá para três municípios da Paraíba, Cajazeiras, Sousa e Campina Grande”, destacou.
“Este projeto faz chegar a toda população o trabalho deste nosso patrimônio cultural, que é a orquestra sinfônica. Espero que todos possam gostar dos concertos que estão sendo preparados com muito carinho e zelo artístico”, finalizou Nézia.
A programação deste ano da Orquestra Sinfônica da Paraíba consta de 16 concertos oficiais, incluindo as apresentações dentro do Projeto OSPB nos Bairros, em igrejas no Funcionários II, Jaguaribe, Torre e Centro de João Pessoa, visitando também cidades como Campina Grande, Sousa e Cajazeiras, além de concertos populares na Praça do Povo do Espaço Cultural e no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções da Capital.
Para a Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba estão programados, de abril a dezembro, oito concertos oficiais na Sala de Concertos, sempre às 20h30: dias 5 de abril, 3 de maio, 14 de junho, 23 de agosto, 20 de setembro, 18 de outubro, 14 de novembro e 6 de dezembro, todos com regência do maestro titular Luiz Carlos Durier.
Confira a programação: 
ORQUESTRA SINFÔNICA DA PARAÍBA
– 12 de abril – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:Radegundis Tavares
 – 26 e 27 de abril – Cajazeiras e Sousa
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:Alissom Azevedo
 – 10 de maio – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:Alissom Azevedo
 – 24 de maio – Igreja de Santana, no Funcionários II
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:Eduardo Linzmayer
Participação do Coro Sinfônico da Paraíba
 – 07 de junho – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Marcos Arakaki
Solistas:Ulisses Silva e Nilson Galvão
 – 20 de junho – Popular na Praça do Povo
Maestro: Luiz Carlos Durier
 – 03 de agosto – Popular no Teatro Pedra do Reino
Maestro: Luiz Carlos Durier
 – 16 de agosto – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Gustavo de Paco
Solista:Giovanni Martins
 – 30 de agosto – Catedral de Campina Grande
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:William Isaac
 – 13 de setembro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Lutero Rodrigues
Solista:Lucas Bojikian
 – 27 de setembro – Igreja do Rosário em Jaguaribe
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:Lea Dutton
Participação do Coro Sinfônico da Paraíba
 – 11 de outubro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solistas:Fernando Deddos e Iris Vieira
 – 25 de outubro – Igreja São Sebastião em Bayeux
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:João Henrique Oliveira
Participação do Coro Sinfônico da Paraíba.
 – 08 de novembro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Gustavo Petri
Solista:Thiago Formiga
 – 22 de novembro – Igreja de Santa Julia da Torre
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista:Isaac Barbosa Soares
Participação do Coro Sinfônico da Paraíba.
 – 14 de dezembro – Igreja de São Francisco
Maestro: Luiz Carlos Durier
Participação do Coro Sinfônico da Paraíba.
 ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM DA PARAÍBA
– 05 de abril – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solistas:Giovanna Maropo, Aline Fernandes e Ed Evangelista
 – 03 de maio – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista: Vinícius Amaral
 – 14 de junho – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solistas: Bruna Heloisa Gama e Fabiano Silva
 – 23 de agosto – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista: Lis Dália Vasconcelos
– 20 de setembro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista: Cassio Vieira
 – 18 de outubro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solistas: Juan Ardila e Danielly Dantas
 – 14 de novembro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier
Solista: Adriano Lima
 – 06 de dezembro – Sala de Concertos Maestro José Siqueira
Maestro: Luiz Carlos Durier

Fonte:http://paraiba.pb.gov.br/cultura/

quarta-feira, 28 de março de 2018

Coordenadoria de Comunicação da UEPB lança web série com abordagem sobre tradição e cultura nordestina

Fotos: Divulgação

A Coordenadoria de Comunicação (CODECOM) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresenta seu mais novo projeto audiovisual, “Luar”, a primeira web série da CODECOM, com data de lançamento confirmada para o dia 4 de abril, através do canal Rede UEPB, no YouTube, apresentará a proposta de falar sobre o Nordeste, valorizando a cultura, celebrando artistas, escritores, poetas, a música, as danças, as comidas e tantos outras coisas enraizadas na história de um povo lutador. Ao todo, serão cinco episódios exibidos nesta primeira temporada, que terá em Luiz Gonzaga o elemento principal, sempre abordado em temáticas diferentes. De acordo com uma das produtoras do “Luar”, Aline Herculano, o programa oferecerá uma contribuição muito grande não só pela riqueza cultural, mas também pela qualidade do conteúdo.

“O Nordeste é uma região que oferece uma enorme contribuição ao Brasil em diversos aspectos. Nossa intenção vai além de abordar temas culturais, já que também abriremos espaço para o lado ecológico, o bioma da caatinga, a vida de viajante e tantos outros assuntos que estão ligados às pessoas e aos movimentos culturais importantes da região. Luiz Gonzaga será um personagem sempre abordado nessa primeira temporada, em um bate papo com personalidades que acrescentarão conteúdo aos expectadores”, explicou a produtora, que confirmou as quartas-feiras como dia de veiculação do programa.

O canal Rede UEPB já desenvolve outras produções audiovisuais de sucesso na internet. Além de realizar as transmissões ao vivo de vários eventos oficiais da Universidade Estadual da Paraíba, também são produzidos pela CODECOM os programas 31 minutos, Poemus e Pequeno Perfil do Artista Paraibano. Segundo Hipólito Lucena, coordenador de Comunicação da UEPB, este novo projeto possibilitará uma valorização maior da cultura nordestina a partir da participação de personalidades que têm como marca os aspectos culturais do Nordeste.

“Nossa intenção é divulgar ainda mais a cultura nordestina sob vários aspectos. Receberemos ao longo da série cantores, compositores, escritores, pesquisadores, professores que desenvolvem trabalhos e projetos de pesquisa sobre a cultura nordestina, além de oferecer ao público um produto de qualidade, como são as produções realizadas pela Coordenadoria de Comunicação da UEPB. Criamos um ambiente bem agradável para os convidados e esperamos que o público acolha o ‘Luar’ como mais um instrumento de valorização da cultura nordestina”, disse Hipólito.

O programa “Luar” conta com a participação de dez profissionais, entre produtores, câmeras, operadores de imagem, editores, direção e apresentação. Na estreia, os convidados serão o historiador Chico Nóbrega e o cantor Edgley Miguel. O tema do primeiro episódio será “A contribuição histórica e cultural de Luiz Gonzaga”.

Fonte: http://proreitorias.uepb.edu.br/procult/

terça-feira, 27 de março de 2018

Dia Nacional do Circo é comemorado com espetáculos em três cidades paraibanas

No dia 27 de março é comemorado o Dia Nacional do Circo. Para celebrar a data, três cidades paraibanas recebem espetáculos gratuitos. As apresentações acontecem no domingo (25), em João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras. O evento é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação Espaço Cultural da Paraíba.
As apresentações ocuparão três teatros administrados pela Funesc. Na Capital paraibana, o Teatro Paulo Pontes recebe o espetáculo “Decripolou Totepou” (Odilia Nunes, PE). A encenação de “Alegria de Náufragos” (Ser Tão Teatro, PB), que estava agendada para a mesma data, foi cancelada. Em Campina Grande será apresentada a peça “As Rosarianas” (Cia. do Rosário, PB), no Cine-Teatro São José. Já Cajazeiras recebe “AsPalhafatosas” (Coletivo de Palhaçaria Feminina, PB).

Sinopses
Decripolou Totepou (PE) – O título abrevia a frase “de crianças, poetas e loucos todos temos um pouco”. Trata-se de uma criação poética da atriz Odilia Nunes, onde a oralidade popular e a expressão corporal provocam e estimulam o imaginário da criatividade. Em cena uma única personagem, Bandeira, uma palhaça contadora de estórias que carrega na sua maleta todos os sonhos e objetos que encantam a cena. Sr. Moraes (um mamulengo), malabares e truques de magia surgem para encantar a plateia e costurar a narrativa de poesias e parlendas.

O figurino construído com material descartado é roupa e cenário sonoro que a atriz veste para inventar espaços e musicalidade. Ficha Técnica – criação, produção, adaptação e performance: Odilia Nunes | Figurino: Asaías Lira (zaza) |Poesias de: Vinicius de Moraes, Olavo Bilac, Cecília Meirelles, Pedro Bandeira, Marcus Accioly, Roseane Murray e Carlos Gomide. | Classificação etária: livre.

As Palhafatosas (PB) – Espetáculo Coletivo de Palhaçaria Feminina. AsPalhafatosas surgiu da iniciativa e provocação da gerência de circo da FUNESC para com as Palhaças Kika, Cavalera, Cacatua e Maria do Socorro, o experimento é uma varieté de palhaças, onde cada uma mostra seus números interativos e/ou introspectivos do seu repertório, intercalando suas variantes e peculiaridades da sua construção pessoal de cada palhaça.
As mulheres palhaças vêm apresentando com maestria e respeito a mais belas das heranças deixadas no circo e aos poucos estão conquistando cada vez mais espaços na arte da palhaçaria que até então eram exclusivas dos homens. Ficha Técnica – Roteiro: Coletivo | Direção: Coletiva | Elenco: Palhaça Kika – Marinalva Rodrigues, Palhaça Cavalera – Nyka Barros, Palhaça Cacatua – Irla Medeiros, Palhaça Maria do Socorro – Cris Leandro | Sonoplastia: Sérgio Bastos.

As Rosarianas (PB) – Espetáculo da Cia. do Rosário (Campina Grande). As Rosarianas é um espetáculo onde três mulheres palhaças vão em busca de casamento. Para isso, tudo é válido na procura por um pretendente. Situações atrapalhadas, engraçadas, permeada com músicas e muita alegria. Ficha Técnica – Joana Marques/ Palhaça Lamparina, Claudete Reis/ Palhaça Salomé a Cacheada, Emilia France/ Palhaça Therabyte | Cenário: Coletivo | Sonoplastia: Coletiva.

Programação do Dia Nacional do Circo – apresentações gratuitas

João Pessoa – 25/03
17h – Espetáculo Decripolou Totepou (Odilia Nunes, PE)
Local: Teatro Paulo Pontes

Cajazeiras – 25/03
17h – Espetáculo As Rosarianas (Cia. do Rosário, PB)
Local: Teatro ICA

Campina Grande – 25/03
17h – Espetáculo AsPalhafatosas (Coletivo de Palhaçaria Feminina, PB)
Local: Cine Teatro São José

Fonte: http://paraiba.pb.gov.br

quinta-feira, 22 de março de 2018

Reunião define ajustes para a realização do II Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos



Na manhã da última terça-feira (20), ocorreu uma reunião da Pró-Reitoria de Cultura (PROCULT) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) com vistas a definir detalhes e ajustes para a realização do II Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos. A oportunidade foi sediada no Espaço Azul do prédio da Administração Central da UEPB, bairro de Bodocongó, em Campina Grande. Desde o começo do ano estão ocorrendo reuniões nesse sentido para que a iniciativa seja aperfeiçoada e posta em prática em tempo hábil.

Estiveram presentes na ocasião o pró-reitor de Cultura, José Cristovão de Andrade, o pró-reitor adjunto de Cultura, José Benjamim Pereira Filho, a curadora da área de Cordel do Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), Joseilda Diniz, o promotor de eventos da Procult, Alberto Alves, o Coordenador do Núcleo de Arte e Cultura do Campus IV, Rômulo César de Araújo Lima, o coordenador local do evento em Araruna, poeta Lino Sapo, o pesquisador Xico Nóbrega, o diretor do Centro de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas (CCEA) do Campus VII, situado em Patos, Adriano Vital, e o coordenador do Grupo de Tradições Populares Acauã da Serra, Agnaldo Barbosa.

Dentre os aspectos abordados figuraram a determinação das coordenações locais, construção de diversas parcerias, estrutura geral do evento, avaliação do I Encontro de Sanfoneiros, envolvendo os pontos positivos e os que devem ser melhorados, além das novas propostas, experiências exitosas apresentadas pelos integrantes advindos de Patos, Catolé do Rocha, Araruna e Campina Grande, entre outros. Também foram expostas as homenagens que o Encontro fará este ano; entre elas estão nomes como o dos sanfoneiros Zé Calixto, Severino Medeiros, Bau do Forró e Chico Sanfoneiro.
Planeja-se este ano reforçar mais a participação da comunidade acadêmica, junto com os artistas e as comunidades locais e regionais que incorporam o evento. Outra proposta ventilada diz respeito ao contínuo mapeamento dos sanfoneiros presentes aos encontros, bem como à confecção de um catálogo e de um CD com as músicas autorais dos artistas. De acordo com a reunião, a previsão é que o II Encontro de Sanfoneiros e Tocadores de Oito Baixos se dê em abril, no dia 26 (Araruna), em maio, nos dias 04 (Patos), 10 (Lagoa Seca), 18 (Guarabira), 25 (Monteiro), 30 (Catolé do Rocha) e em junho, nos dias 06 (João Pessoa), 15 (Campina Grande) e 21 (com a culminância do evento, também em Campina).

Reuniões similares estão agendadas para os próximos dias abrangendo diversos setores da UEPB e da Procult, como o Centro Artístico-Cultural e o Museu de Arte Popular da Paraíba, além dos coordenadores dos câmpus.


Fonte: http://www.uepb.edu.br

sexta-feira, 2 de março de 2018

Assembleia define composição da diretoria da ArPric




Nesta quinta-feira, dia 01 de março de 2018, no Instituto Cultural Casa do Béradêro foi realizada uma assembleia para ser votada a composição da diretoria da ArPric (Associação Regional de Preservação e Incentivo à Cultura). A criação da associação vem sido pensada desde o ano de 2016, e durante o ano de 2017 algumas pessoas da cidade de Catolé do Rocha, preocupadas com a situação da cultura, vinham se reunindo constantemente para discutir alguns pontos e colocar em prática a criação dessa associação.
Mesmo sem oficializada a ArPric já começou a atuar na cidade de Catolé do Rocha, realizando um evento musical no dia 19 de setembro de 2017, quando trouxe o grupo musical Tryá para uma apresentação gratuita no Salão Pax do Colégio Normal Francisca Mendes, com o apoio do Núcleo de Arte e Cultura do Câmpus IV da UEPB e do projeto PRIMA.


Cartaz do evento realizado pela ArPric.

No dia 23 de fevereiro de 2018, membros da ArPric também participaram da reunião com o representante da Secult e do Forum Nacional pelo Forró Bira Delgado, que aconteceu no Instituto Cultural Casa do Béradêro, para discutirem alguns pontos como o resgate de atividades culturais na cidade, a exemplo das quadrilhas juninas e festas de São João, além de um maior acesso aos programas culturais do governo do estado às cidades pequenas como Catolé do Rocha.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A UEPB e a Cultura em Catolé do Rocha


Câmpus IV da UEPB - Imagem da internet


O Câmpus IV da Universidade Estadual da Paraíba, na cidade de Catolé do Rocha, além da educação superior e do curso técnico em agropecuária, vem proporcionando há alguns anos, bastante cultura aos catoleenses através de alguns eventos lá realizados.
A exemplo, a Semana Acadêmica e a Semana de Letras. Esses dois eventos, em sua parte Cultural, já proporcionaram aos catoleenses um leque de atividades, como shows de artistas de qualidade, entre eles a banda Cabruêra, Totonho e os Cabras, Escurinho, Tony Leon, Oliveira de Panelas, Seu Pereira e Coletivo 401, La Gambiarra, Assis Rosa e Trio Catolé, Felipe Mayku, Legionários entre outros. Além de bons shows, também aconteceram palestras com grandes nomes como Bráulio Tavares, Roger de Renor, e ótimos professores. Peças teatrais, oficinas, exposições, cineclube com sessões de ótimos filmes, além de apresentações de curtas, tudo isso de forma gratuita.
No ano de 2017, na quarta edição da Semana Acadêmica, foi realizado um encontro de Sanfoneiros com a participação de Luizinho Calixto, Gitana Pimentel, Bichinho do Acordeon, Netinho do Acordeon entre outros. Nesse mesmo ano, o NAC (Núcleo de Arte e Cultura) ofertou um circuito de oficinas à comunidade acadêmica e comunidade em geral. Oficinas como violão, percussão, cordel, dança, oficina de futebol e treinamento funcional e oficina de xadrez, totalmente gratuitas.
Professor Rômulo Lima - Facebook
Tudo isso com o apoio do Reitor Rangel Junior e o empenho de alguns professores do curso de letras, com destaque para o professor Rômulo Lima, que é o maior incentivador e produtor cultural daquele Câmpus e na maioria das vezes está à frente desses eventos.
A população catoleense agradece a UEPB e em especial ao professor Rômulo Lima. Todos torcem para que o mesmo continue produzindo esses eventos culturais pois, universidade não deve ser só teoria nem cimento e tijolo, a universidade deve ir além da sala de aula, além das paredes. A universidade deve atingir a comunidade em geral, não só a acadêmica, assim como tem sido feito pelo professor Rômulo Lima no Câmpus IV da UEPB.