sexta-feira, 20 de abril de 2018

Prefeitura de Sousa divulga programação do São João 2018 com Zé Ramalho e Eduarda Brasil

(Foto: Reprodução)
A Prefeitura Municipal de Sousa divulgou nesta sexta-feira (20) a programação oficial do São João 2018. Entre as atrações divulgadas pela Secretaria Municipal de Turismo, estão Zé Ramalho, Trio Nordestino, Gustavo Lima e Eduarda Brasil. 

O anúncio foi feito no Calçadão da cidade sorriso, no centro da cidade, em ritmo de muito forró.

O São João acontece entre os dias 16 e 24 de junho, e promete o resgate da tradição nordestina em um evento com muita segurança.

Na abertura do evento se apresentam Circuito Musical, Tora Chinela e Genilson Sanfoneiro. Já o encerramento vai ser com Léo Magalhães, Zé Ramalho, Spydo Rei e Breno Andrade. A cantora Eduarda Brasil, campeã do The Voice Kids Brasil 2018 da Rede Globo, sobe ao palco no dia 22 de junho. As festas vão acontecer na Lagoa dos Estrelas.

As atrações serão: 

Dia 16 - Lagoa dos Estrelas – Circuito Musical, Tora Chinela e Genilson Sanfoneiro;
Dia 20 - Xand Avião, Roberto Vaneirão, Assisão e Alejandro Santos;
Dia 21 - Gustatavo Lima, Douglas Pegador, Trio Nordestino e Emiliano Pordeus;
Dia 22 - Felipe Araújo, Eduarda Brasil, Zé Cantor e Solteirões;
Dia 23 - Léo Magalhães, Zé Ramalho, Spydo Rei e Breno Andrade.

Fonte: www.clickpb.com.br

Festival de Cultura Popular Zabé da Loca inicia hoje sua 9ª edição, em Monteiro, PB

(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)


A 9ª edição do Festival de Cultura Popular Zabé da Loca, da cidade de Monteiro, na Paraíba, tem início nesta sexta-feira (20). De acordo com a Secretaria de Cultura e Turismo, a programação deste ano traz como novidade dois palcos na Praça João Pessoa, um com atrações regionais de bandas de pífanos e outro onde serão as apresentações das atrações principais da festa. O festival reúne expoentes da cultura popular nordestina e artistas da região.

A abertura do evento, na noite desta sexta (20), trará a apresentação da tradicional banda de pífano do monteirense Novinho da Paraíba que subirá ao palco juntamente com Osmando Silva, Ilmar Cavalcante, Washington Marcelo, Júlio Martins e Dejinha de Monteiro, às 22h, e logo após a cantora Sandra Belê, todos no Palco 2 do festival.

No sábado (21), a programação começa à tarde com o lançamento do livro de poesias Cariri de Aruiara, do monteirense Espedito de Mocinha. À noite, bandas de pífanos de cidades vizinhas se apresentam no Palco 1 e, a partir das 22h, Biliu de Campina canta no Palco 2.

O 9º Festival de Cultura Popular do Cariri Zabé da Loca é uma realização da Prefeitura de Monteiro por meio da Secretaria de Cultura e Turismo com parceria da Universidade Estadual da Paraíba – Núcleo de Cultura Zabé da Loca e Rota Cultural do Cariri.

Fonte: www.g1.globo.com

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Projeto da UFPB arrecada livros para ação inusitada de doação

(Foto: Acervo do projeto)
Imagine sua surpresa ao encontrar um livro sobre um banco de praça! Essa é uma das sensações provocadas pelo projeto Esquadrão Leitura, coordenado pela professora do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da UFPB, Maria Regina Baracuhy, que tem por objetivo promover a leitura entre os cidadãos de João Pessoa.

Para sua primeira ação de 2018, o grupo vai receber doações de livros na Praça da Alegria, no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), campus I da unversidade, na próxima sexta (20), das 8h às 12h. Serão aceitos livros de literatura infantil, infanto-juvenil e para adultos, em bom estado de conservação, que serão distribuídos para a população no sábado (21), em evento no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, localizado na capital paraibana.

Projeto

Os livros arrecadados pelo esquadrão Leitura são deixados aleatoriamente nas praças públicas da cidade e em outros espaços de grande circulação de pessoas. Os integrantes observam o comportamento daqueles que os encontram e, em seguida, se apresentam, explicando os objetivos do projeto.

“Além disso, pedimos o retorno dessas pessoas sobre a ação. Cada livro tem um marcador de página contando um pouco sobre o Esquadrão Leitura. Queremos conhecer o público que se interessa em pegar esses livros em praça pública e ver o impacto da leitura em suas vidas”, explica a professora.

Segundo Maria Regina Baracuhy, a reação das pessoas, ao encontrarem os livros, são as mais diversas. “As crianças ficam com os olhos brilhando. Os pais ficam agradecidos por aquele presente. Teve uma jovem que fez uma selfie com o livro”, conta.

Em 2017, foram realizadas duas ações-piloto do projeto. A professora e dez alunos da graduação doaram 50 livros, em sua maioria, de autores paraibanos. “Percebemos que o público não conhece os autores daqui. Temos verdadeiros talentos na poesia e prosa que não são divulgados pelas livrarias”, reflete.

Fonte: www.ufpb.br

Flávio José anuncia novo álbum no lançamento do 'Troféu Gonzagão' 2018, em Campina Grande

(Foto: Epitácio Germano/Jornal da Paraíba)

O lançamento do Troféu Gonzagão 2018, em Campina Grande, aconteceu nesta quinta-feira (19). O cantor e compositor Flávio José anunciou no evento que um novo álbum dele para o São João, gravado com vários artistas do Nordeste, que vai ser lançado no dia do troféu, em 3 de maio.

O novo trabalho do artista conta com a participação de mais de 20 artistas, dentre eles, Ademar Coelho, Elba Ramalho, Nando Cordel, Santana, Jorge de Altinho, Alcymar Monteiro e Waldonys. A obra, segundo Flávio José, reúne tradicionais "marchinhas juninas".

Os organizadores Rilávia Cardoso e Ajalmar Maia destacaram o crescimento do evento, que chega à 10ª edição. O Troféu Gonzagão homenageia este ano Elba Ramalho.

Também fazem parte das homenagens o cantor e compositor Gonzaguinha, o Trio Nordestino, o Trio Mossoró e o cantor Flavio José, além de Daniel Gonzaga, Dorgival Dantas, Mestrinho e Bráulio Tavares, entre outros nomes.

Fonte: www.g1.globo.com

Geraldo Vandré lança livro de poemas em João Pessoa nesta sexta

 (Foto: Reprodução)

Após fazer dois shows históricos na Paraíba, o cantor e compositor Geraldo Vandré lança agora em sua terra natal o livro “Poética”, de sua autoria. A obra, originalmente intitulada de “Cantos Intermediários de Benvirá”, teve sua primeira edição lançada no Chile em 1973, ainda durante o período do exílio do artista naquele país. Já “Poética”, a primeira edição brasileira da obra, será lançada nesta sexta-feira (20), às 19h, na Academia Paraibana de Letras, localizada na Rua Duque de Caxias, centro da capital.

O secretário de Estado da Cultura, Lau Siqueira, lembra que “as pessoas que não puderam assistir o recital dos dias 22 e 23 de março, agora poderão ter esse encontro com o poeta e ainda levar para casa uma obra de rara beleza”. O livro será vendido no valor de R$ 30,00 e quem não puder comparecer ao lançamento poderá ainda adquirir um exemplar da obra na própria APL, que funcionará como um ponto de venda aqui no estado.

A reedição de “Poética” é assinada pela A União Superintendência de Imprensa e Editora, do Governo do Estado da Paraíba, e, assim como a edição original, é composta por poemas escritos pelo “Mito da MPB”, Geraldo Vandré.

Recital “Música e Poesia da Capitania de Wanmar” - Nos dias 23 e 24 de março, Geraldo Vandré quebrou 50 anos de silêncio artístico ao se apresentar num recital histórico na Paraíba. A convite do Governo do Estado, e ao lado da pianista Beatriz Malnic, do violonista Alquimides Daera, da Orquestra Sinfônica e do Coro Sinfônico da PB, Vandré subiu no palco e cantou pérolas de sua carreira, como o hino da resistência ao militarismo “Para não dizer que falei de flores / Caminhando”, sendo ovacionado pelo público. Foi, principalmente, por meio desta canção que Vandré se tornou o artista mais requisitado do Brasil e também alvo dos militares, que condicionaram sua volta ao país de origem ao preço de não mais cantar músicas de protesto. Como resposta, Vandré deu o seu mais absoluto silêncio artístico durante de cinco décadas e passou a ser conhecido como o “Mito da MPB”.
  
Fonte: www.clickpb.com.br

No Dia do Índio, conheça aluna indígena que sonha em ser juíza


(Foto: Marília Marques/G1)

Primeira indígena do povo Paumari – aldeia no sul do Amazonas – a entrar em uma universidade, a estudante de direito Ingrid Rodrigues, de 20 anos, tem sonhos ainda mais altos: ser a primeira indígena do país a se tornar juíza.

Cursando o primeiro semestre na Universidade de Brasília (UnB), a jovem contou com o apoio de uma vaquinha na internet para juntar o dinheiro e, então, pegar dois voos do Norte do país até Brasília. Não fosse a ajuda da rede de amigos, a opção seria encarar seis dias de barco pelo rio Purus até Manaus e, de lá, mais três horas de viagem aérea até a capital do país.

"Muitas pessoas ficaram impressionadas com minha aprovação, mas foi bom porque despertou uma coisa no meu povo, de que é possível sonhar e realizar, tanto que eu estou aqui."Na primeira viagem para fora de Lábrea – cidade amazonense com 38 mil habitantes –, e sem conhecer ninguém na região central do país, Ingrid diz ter trazido na mala um misto de vontade, sonhos e incertezas. 

Apesar do sucesso na primeira parte da jornada, a estudante conta que, em apenas um mês de aulas, as dificuldades já apareceram. Filha de um professor e de uma recepcionista, Ingrid diz ter dinheiro para se manter na universidade até o fim deste mês.

Acolhida por uma outra estudante indígena, ela aguarda o resultado de uma seleção para receber o auxílio-moradia da UnB. A lista de convocados deve ser publicada na próxima terça-feira (24).

Uma paumari na UnB

A dificuldade em se manter na universidade é apenas mais uma na jornada da jovem dedicada a concluir o curso de direito. Para ela, se tornar juíza e voltar para aldeia onde vivia é a meta principal.

"Meu povo está muito feliz por ter a primeira estudante indígena paumari na universidade. Até então éramos um povo desconhecido, sem muitas referências", explica. "Os jovens agora estão motivados a estudar e a começar a sonhar mais", afirma Ingrid.

Sobre ser uma estudante indígena na UnB, Ingrid conta que, em apenas um mês, aprendeu a conviver com os olhares e as perguntas curiosas dos colegas. Em meio à sala de estudos da Faculdade de Direito, ela passaria como mais uma aluna que usa o próprio notebook, livros e o celular para estudar. Os traços indígenas, conforme conta, chamam a atenção.

"Ser estudante indígena na UnB é saber enfrentar os obstáculos, porque tem pessoas que olham com curiosidade boa, mas tem aqueles, da sociedade não indígena, que idealizam o índio de uma forma que ele não é", afirma. "Às vezes, é por falta de conhecimento e uma certa ignorância em relação a nós".

"Tem pessoas que veem o indígena somente da forma que elas idealizam: que não tem internet e não é civilizado. Se o indígena sai da sua aldeia, ele continua como indígena, tendo que se adaptar, mas continua sendo", afirma.

Apesar dos olhares, a estudante paumari conta que já se sente tranquila em ver outros alunos que também vieram de aldeias para estudar na UnB. Neste semestre, 64 indígenas se matricularam na instituição. No ano passado, a universidade contabilizava 167 alunos com essa etnia.

Índio x tecnologia

Como qualquer jovem estudante que gosta e abusa das tecnologias, Ingrid faz cada vez mais uso da internet e conteúdos online para estudar e "correr atrás" das leituras – um acesso que não foi possível na época do colégio.

A aldeia Paumari, onde vivem cerca de 5 mil indígenas, tem apenas escolas do ensino fundamental, do 1º ao 9º ano. Para continuar os estudos, no ensino médio, o estudante indígena precisa se descolar para cidades vizinhas como Lábrea, onde Ingrid morou nos últimos anos.

Motivada pela divulgação da cultura do próprio povo, a estudante conta que usa a tecnologia a seu favor – instrumentos que "só vieram para ampliar o conhecimento". É através dela [internet], que o indígena pode mostrar sua cultura e sua dança".

Data especial

O Dia do Índio é celebrado em 19 de abril. A data comemorativa foi instaurada no Brasil pelo ex-presidente Getúlio Vargas, em 1943. Ela remete a um congresso interamericano, realizado no México três anos antes, que reuniu as principais lideranças indígenas do continente. Foram elas que propuseram este dia de comemoração no calendário.

Fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Orquestra Sinfônica da Paraíba apresenta concerto em duas cidades do Sertão

(Foto: Reprodução)
A Orquestra Sinfônica da Paraíba vai levar a música de concerto para o Sertão do Estado na próxima semana. O Projeto OSPB nos Bairros – Edição Cidade, vai iniciar a programação de 2018 nos próximos dias 26 e 27, respectivamente em Cajazeiras e Sousa.

Com entrada gratuita, os dois concertos terão regência do maestro Luiz Carlos Durier e participação do oboísta Alisson Azevedo.

Em Cajazeiras, o concerto vai acontecer na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, e em Sousa, na Igreja Nossa Senhora dos Remédios, com início previsto para às 19h30.

As igrejas são os espaços populares escolhidos para sediar os concertos do projeto OSPB nos Bairros, que tem como objetivo levar a música para moradores de comunidades da Capital e de outras cidades do Estado.

Nos dois concertos os músicos vão executar músicas eruditas e populares: “The Pirates of Pezance – Abertura”, de Arthur Sullivan; “Concerto para Oboé e Orquestra”, Vincenzo Bellini, com o solista Alisson Azevedo; “Três Peças Nordestinas - No Reino da Pedra Verde, Aboio, Galope”, Clóvis Pereira; “Salut d’Amour”, Edward Elgar; “Marcha Fúnebre de um Marionete”, de Charles Gounod; “Original Rags – Ragtime”, de Scott Joplin; “Beatles Pot-pourri”, Artur Barbosa, e “Suíte Nordestina – Baião, Seresta, Maracatu e Frevo”, do Maestro Duda.                  

Fonte: www.clickpb.com.br

Vencedora do The Voice Kids, Eduarda Brasil faz show gratuito em João Pessoa

Eduarda Brasil foi a campeã do The Voice Kids 2018 (Foto: Fábio Rocha/Gshow)
A campeã do The Voice Kids 2018, a paraibana Eduarda Brasil, faz um pocket show gratuito nesta quarta-feira (18), às 19h, no palco de eventos do Mangabeira Shopping, em João Pessoa. O evento ainda tem a participação especial de Mariah Yohana, outra paraibana que foi finalista do programa.

No repertório, estão as canções que apresentou durante a competição, como “Forró do Xenhenhém”, “Lamento Sertanejo” e “Frevo Mulher”. Mariah também vai cantar músicas que interpretou no reality show, como “Biquini de Bolinha” e “Não se Reprima”.

A apresentação é realizada pela TV Cabo Branco e será apresentada pelo jornalista Bruno Sakaue. O âncora do JPB 1ª Edição dará as boas-vindas ao público presente e ainda conversará com as artistas paraibanas sobre a experiência de participar da atração.

A cantora mirim de 15 anos é natural de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba. No reality, teve todas as cadeiras viradas e escolheu o time das coleguinhas Simone & Simaria. Na final, foi escolhida pelo público como a grande campeã com 40,51% dos votos.

Fonte: www.g1.globo.com